O presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Carlos Encarnação, acusa o Estado de "evitar, ignorar e esquecer" o concelho. Na tomada de posse, Encarnação assumiu a candidatura a capital europeia da cultura em 2020.
Para o autarca, que ontem foi empossado para o terceiro mandato, "Coimbra permanece um espinho para algumas consciências". Como exemplos, destaca os adiamentos sucessivos na construção do novo Hospital Pediátrico e o estado "há tantos anos lamentável", da estação de comboios, à espera do projecto da nova ligação ferroviária entre Lisboa e o Porto. "Decidam de uma maneira ou de outra, mas decidam. Coimbra não é o apeadeiro do poder", defende.
Aponta ainda para a necessidade de um aeroporto internacional na região Centro, e lembra as diferenças de tratamento no financiamento dos transportes públicos de Lisboa e Porto em relação a Coimbra. "Talvez seja o momento de encontrar outras soluções, e talvez esta nova Assembleia da República o permita", entende.
Para os próximos quatro anos, Carlos Encarnação defende a necessidade de aprovação dos planos Estratégico e de Urbanização, e a revisão do Plano Director Municipal, bem como de "dar o salto definitivo" ao nível da competitividade empresarial. Anuncia ainda que o sistema de videovigilância para a Baixa da cidade vai começar a ser instalado segunda-feira. "É o contributo nosso para o problema que cabe ao Estado resolver como sua obrigação central", defende o autarca.
No discurso, Encarnação afirma não ignorar o repto lançado pelo arquitecto Nuno Grande e assegura que "a Câmara Municipal de Coimbra assumirá a apresentação da candidatura a capital europeia da Cultura em 2020".
Para o autarca, que ontem foi empossado para o terceiro mandato, "Coimbra permanece um espinho para algumas consciências". Como exemplos, destaca os adiamentos sucessivos na construção do novo Hospital Pediátrico e o estado "há tantos anos lamentável", da estação de comboios, à espera do projecto da nova ligação ferroviária entre Lisboa e o Porto. "Decidam de uma maneira ou de outra, mas decidam. Coimbra não é o apeadeiro do poder", defende.
Aponta ainda para a necessidade de um aeroporto internacional na região Centro, e lembra as diferenças de tratamento no financiamento dos transportes públicos de Lisboa e Porto em relação a Coimbra. "Talvez seja o momento de encontrar outras soluções, e talvez esta nova Assembleia da República o permita", entende.
Para os próximos quatro anos, Carlos Encarnação defende a necessidade de aprovação dos planos Estratégico e de Urbanização, e a revisão do Plano Director Municipal, bem como de "dar o salto definitivo" ao nível da competitividade empresarial. Anuncia ainda que o sistema de videovigilância para a Baixa da cidade vai começar a ser instalado segunda-feira. "É o contributo nosso para o problema que cabe ao Estado resolver como sua obrigação central", defende o autarca.
No discurso, Encarnação afirma não ignorar o repto lançado pelo arquitecto Nuno Grande e assegura que "a Câmara Municipal de Coimbra assumirá a apresentação da candidatura a capital europeia da Cultura em 2020".
João Pedro Campos
Fonte: JN online

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